sexta-feira

Viva a Diversidade!

Hoje uma amiga me mostrou essa plaquinha que ela encontrou em um site de beleza. Ficamos filosofando a partir dela.
Começamos falando sobre corpo, sapatos, querer ser mães perfeitas, ser estudantes e profissionais perfeitos. A culpa do erro, quase erro, ou pseudo erro.... Erros perdoaveis, outros talvés não, quem sabe?
Perfeição não existe- Viva a Diversidade!

terça-feira

Linguagem sem texto


          Ontem, durante uma aula do professor Estellita sobre o texto ”O que é uma linguagem menor” (Deleuze,1978), foi citado a beleza da LINGUAGEM SEM TEXTO. Me lembrei então do e-mail que recebi com as fotos abaixo.
Fiquei pensando na verdadeira arte aplicada. Fazer a diferença. Mudar a realidade melhorando a vida de uma pessoa







O dom de curar nem sempre está apenas em medicamentos ou cirurgias.
Pode estar, literalmente, nas mãos de um artista, mesmo que esta arte não seja exposta em galerias famosas.
Nesse caso, a cura foi a devolução da auto-estima para uma garotinha.

segunda-feira

Sobre a Rede BLH

A Rede BLH tem por missão a promoção da saúde da mulher e da criança mediante a integração e a construção de parcerias com órgãos federais, a iniciativa privada e a sociedade.
Este video é do final de 2009, mas dá uma visão bem legal do que é a Rede BLH (vocês irão ler muito sobre ela aqui).

quarta-feira

Amamentar é um ato de amor?

A prática da amamentação é biológica, pois o corpo da mãe se transforma naturalmente (sem a ação dela) para este momento. Nem a escolha em engravidar muitas vezes não depende de uma vontade, faz parte de um mecanismo puramente biológico e natural na espécie humana. Então, poderíamos pensar que o ato de amamentar é também natural e instintivo? Se formos considerar esta linha de pensamento no que se refere o organismo biológico humano, sim, mas este ato depende unicamente de uma ação e de uma escolha da mãe, o que nos diferencia das outras espécies mamíferas.

Existem muitas formas de amar, cada um ama de um jeito e cada jeito de amar possui infinitas formas de sentir e vivenciar este amor. Amamentar então é também um ato de amor, porque o amor é a roda que move o mundo. Este ato pode ser pensado apenas como uma importância fundamental de doar o melhor alimento, o mais completo e o essencial para um bebê. Mas nem todas as mães desejam amamentar, porque este ato está muito relacionado á uma ação de doação, de entrega e de abdicação... Existem mães que não desejam amamentar e ponto.

Nossa existência é pautada no cuidado: o cuidado com nós mesmos, com o nosso corpo, com a nossa psique, com as nossas emoções e vontades. Cuidar de um bebê gerado é parte desta existência, mas este cuidado também possui diversas formas e definições. O cuidado pode ser realizado pela mãe, por parentes, por uma instituição... A mãe que trabalha pode continuar nutrindo o seu bebê, ordenhando o seu leite e garantindo que ele seja oferecido em sua ausência. Este ato também é uma forma de amor, porque depreende dela dedicação, tempo, abdicação...

É esta ação – que podemos chamar de cuidado, amor, responsabilidade, ética – a responsável pela várias construções e desconstruções que fazemos todo o tempo com relação á dedicação de uma função materna. A culpa por não amamentar só será uma verdade quanto essas construções foram alicerçadas em opiniões, palpites, crenças e ações culturais as quais essas mães estão intimamente ligadas e que possuem definições diversas. A pluralidade delas, no entanto, é a verdadeira causa da culpa.

O trabalho de empoderamento das mães com relação ao ato de amamentar e à sua importância, só terá relevância social quando esta ação individual de cada mãe for pautada num delicado processo de conscientização, informação, apoio e principalmente o reconhecimento de uma ação fundamental e insubstituível para a vida de um bebê.

O respeito pela escuta da mãe individualmente, da sua própria vivência, vontades, possibilidades e realidades, é a garantia de que a compreensão de uma escolha possa ser aceita com também uma possibilidade. Amamentamos porque nos causa bem-estar saber que temos o grande poder de produzir um alimento tão extraordinário e único. Amamentamos porque este ato é a continuidade da vida uterina que proporcionamos durante os nove meses ao nosso bebê e ele resulta em conforto, segurança, proteção e paz. Amamentamos porque temos a consciência de que este ato á nós unicamente pertence. Amamentamos porque somos capazes de amar incondicionalmente este ser gerado em nós. Amamentamos também porque esta é a nossa ação neste mundo.
Simone de Carvalho

domingo

Normal e patológico

Ainda continuo lendo o livro "Normal e patológico" de G. CANGUILHEM .
Paralisei na leitura. Leio e tenho que ler novamente vários parágrafos. Isso está muito cansativo. Peguei 2 artigos sobre o livro para ver se me ajudam a entender melhor o texto.
Amanhã na aula irei saber se o problema está em mim (falta de foco na leitura), ou é um problema coletivo, o qual fará com que a culpa seja do próprio autor e não minha....

quarta-feira

Diário

Hoje aprendi a criar esse blog e estou começando a usar o drop box.
Ler o livro"Normal e Patologico" com duas crianças querendo brincar não dá mesmo. Espero as 2 domirem para viagar nele (2 noites que faço isso até às 4:30h, mas ainda não acabei não).
De madrugada também aproveitei para ler outros artigos, como "Interdiscilinaridade e integração dos saberes", "Informação e informática em saúde: caleidoscópio contemporâneo da saúde"e " Revisão, revisão sistemática e ensaio em saúde pública".
Pelo menos estou com a leitura dos textos obrigatórios em dia...

o começo



No começo estou postando algumas fotos da minha familia, pois estão totalmente comigo nessa jornada de estudos.